Tenha coragem de fazer uma revolução em sua vida.
Vá atrás do que dita a sua alma
Há pessoas de sucesso que são muito infelizes porque não fazem o que realmente toca a alma delas. Por incrível que pareça, é possível ter sucesso só com a inteligência, mas é impossível ser feliz só com a inteligência. Para ser feliz é preciso saber ouvir a voz que vem do coração... Se você não se sente feliz com a vida que vem levando, por mais confortável e estável que seja, está na hora de decidir...
Se você realmente quer ser feliz, arrisque! Tenha a coragem de ir atrás de um novo destino. Tenha a ousadia de jogar tudo para o alto e a humildade de recomeçar do zero se for preciso. Você pode até perder algumas coisas, mas ganhará a chance de sonhar de novo, de planejar e sentir o gostinho de cada uma das novas conquistas que terá. E – o mais importante – fará tudo isso mantendo, ou até mesmo resgatando, sua dignidade – o bem mais valioso que existe...
O primeiro passo que você deve dar é se conscientizar de um detalhe importantíssimo: a semente de todo e qualquer problema nasce em você. É como uma erva daninha que se alastra pelo seu jardim. Cabe a você chamar para si essa responsabilidade e – se for preciso – arrancar o mato à unha. Só assim, seu jardim estará livre para que novas flores brotem.
Não brigue com o seu problema! Olhe-o de frente, escute o que ele tem a dizer e aproveite esse aviso para crescer e tornar sua vida melhor... Assumir as causas das suas dificuldades é a melhor maneira de você encontrar uma solução consistente.
(Texto adaptado do livro de Roberto Shinyashiki "O poder da solução", Edit. Gente)
Escrito por Fabricio às 13h02
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Começando a semana
Certas passagens da vida têm o poder de nos desgostar de tal forma que somos levados, ao mesmo tempo, por algum tempo, a medir todas as pessoas e acontecimentos por aquela desilusão.
E, às vezes, a maneira que encontramos de nos proteger de novas investidas do destino é nos convencermos de que o mundo é um lugar horrível, e todas as pessoas, sem exceção, são nocivas e mal-intencionadas.
Julgamos até que, ao nos fecharmos desta forma, abafando nossos melhores sentimentos, colocamo-nos a salvo do mal e derrotamos, num duelo imaginário, o mundo cruel.
Mas será que podemos nos considerar vitoriosos quando permitimos nos transformar em coisa semelhante àquilo que nos desgosta e decepciona?
Ou será vencedor, na verdade, o mundo cruel que tanto condenamos, quando nos curva a espinha, converte-nos em seus aliados e sufoca aquilo que temos de mais humano?
Que tenhamos, neste novo dia, início de uma nova semana, discernimento para identificar o perigo e dele nos proteger.
Mas que não nos tornemos descrentes e amargos na tentativa de fugir ao sofrimento: seria como saborear uma vitória falsa, inútil e sem sentido - pois não pode se sentir feliz aquele que precisa violentar a si mesmo para vencer.
Escrito por Fabricio às 11h36
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