Fazendo o que você gosta
Geralmente parece que a ocupação dos outros é mais fácil e interessante do que a nossa – e rende mais! As enfermeiras pensam que a vida dos médicos é fácil. Os vendedores acham que os gerentes de venda é que estão bem e assim vai, até descobrir que não existe trabalho perfeito. Por quê? Porque as pessoas só nos pagam para fazer o que não sabem ou não querem fazer. Se não houvesse nenhum problema a resolver, o nosso emprego não existiria. Agora, se você não gosta do que faz, tem duas opções: mudar de atitude ou mudar de emprego. Em nossos devaneios, dizemos: “Se o meu trabalho fosse mais fácil, eu seria mais feliz!”
É comum as pessoas dizerem: “se conseguisse um trabalho que não fosse repetitivo eu seria feliz!”. Mas quase todos os trabalhos são repetitivos. Se você for secretária terá que digitar uma carta atrás da outros. Se for estrela de cinema, será obrigada a fazer uma tomada após a outra. Tudo repetição!
Portanto, há duas boas razões para que você dê o melhor de si. Primeiro porque quando a gente dá cem por cento é mais feliz. Basta lembrar do tempo de estudante, de como era bom ir à escola nos dias em que você tinha feito toda a lição de casa – e da melhor maneira possível. Você não se sentia bem mais entusiasmado? Não importa há quanto tempo você saiu da escola, o “princípio da lição de casa” ainda se aplica. Outra razão para que você dê o melhor de si: o universo tem lá seu modo de punir a preguiça e a arrogância. É quando as coisas começam a ir por água abaixo. Pergunte ao executivo que subestimou o concorrente; ou ao pugilista que não levou a sério o adversário. Só existe uma palavra para designar o conceito “dar o melhor de si o tempo todo”: profissionalismo.
Um bom exemplo disso são os taxistas. Alguns deles são capazes de tornar uma corrida num verdadeiro prazer; ao passo que outros a convertem num sofrimento sem fim. Eles fazem o mesmo trabalho repetitivo; então, onde está a diferença? Os motoristas felizes têm uma filosofia diferente, são alegres e agradáveis porque sabem que prestam um bom serviço. As pessoas que gostam do trabalho que fazem, acordam dizendo que naquele dia serão mais eficientes e mais cuidadosos do que no dia anterior. Nem sempre elas acertam na mosca, mas é o seu objetivo. Quem tem compromisso com seu trabalho, se dedica a um aperfeiçoamento constante. Ser talentoso não basta. É preciso muito mais do que talento para chegar ao sucesso e ficar.
(texto de Andrew Matthews, do livro “Siga seu coração”)
Escrito por Fabricio às 08h50
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Em vez de reclamar, batalhe
A idéia de que vivemos em um clima de competição aborrece muita gente. A maioria das pessoas descreve o mundo como gostaria que fosse: cor-de-rosa, onde as coisas acontecem segundo os seus desejos. Não é bem assim.
Os resultados que você consegue não são decorrentes de seus desejos, mas do comprometimento que você tem com eles. A vida não é a materialização de propostas, e sim o resultado de suas ações..... Se você tiver clara a idéia de que cria o seu resultado num ambiente competitivo, pode diminuir muito a tensão. Exatamente como um atleta. Quando ele está bem preparado, se desgasta menos. Ele tem consciência de que a disputa faz parte da vida; sabe que o oponente vai querer e tentar anular suas melhores jogadas, explorar seus pontos fracos e que seu trabalho é cheio de desafios. Mas, ao invés de reclamar, ele batalha; planeja seu jogo, luta, sua a camisa a para conseguir vencer. O atleta sabe que sua carreira depende dos resultados que conquistar. Na vida prática e profissional também é assim. Diariamente você aposta uma corrida em que todos querem ganhar. Para se tornar campeão, não existe outra solução a não ser estar preparado.
Lembre-se: o vencedor tem o sentido da competitividade, sabe que seu objetivo é a vitória. Quem acha que caminha sozinho por uma estrada e nega o sistema competitivo, não progride... Quem vive se queixando das dificuldades não evolui...
(texto de Roberto Shinyashiki extraído do livro "A Revolução dos Campeões")
Escrito por Fabricio às 08h26
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Você é repelente ou atraente?!?
Você conhece alguém que reclama de tudo? Já ficou ao lado de alguém que parece pesado, chato, cansativo? Já conviveu com alguém que bate as portas, que fala gritando e que tem sempre uma palavra rude na ponta da língua para disparar em quem se atrever a lhe perguntar algo?
Já conheceu alguém que reclama até de propaganda de televisão, que fica nervoso com os telejornais, com a política, com a burocracia, com o cachorro, com as seguradoras, com o síndico e com a mulher (ou marido), filhos, sogra e até com o tempo?!?
Se faz sol é porque o calor é insuportável. Se chove é porque “pobre não tem sorte mesmo”. Tudo é motivo pra reclamar! E o maior problema é que as pessoas que são (ou estão) assim, quase sempre não percebem! Por isso, pergunte-se: você anda reclamando demais da vida?
Tem se comportado como uma pessoa pesada e desagradável? Ou seja, tem se comportado como pessoa-repelente?!? Tem se dado conta de que poucos amigos ainda continuam ligando de vez em quando e que dificilmente alguém te paquera, se interessa e se mantém interessado por você depois de te conhecer melhor?
Sim, porque ninguém gosta de ficar perto de alguém que mais parece uma “ziquizira” do que um “convite”... e essa é a notícia chata que eu tinha pra dar... Mas eu tenho também uma notícia muito boa!
De pessoa-repelente você pode passar a pessoa-atraente... e é mais simples do que você imagina. O primeiro passo é se tornar uma pessoa afetuosa. Sobre isso, Leo Buscaglia (em seu livro “Vivendo, Amando e Aprendendo”) deu algumas dicas:
- “Para começar, acredito... que a pessoa afetuosa seja uma pessoa que goste de si. ... Não me refiro ao narcisismo... Refiro-me a uma pessoa que goste de si como alguém que sabe que só podemos dar aquilo que possuímos, de modo que é bom começar a conseguir alguma coisa.” - “Acho que a segunda coisa mais importante num indivíduo afetuoso é que ele se liberta de rótulos. ... Basta você ouvir um rótulo para pensar que sabe tudo sobre ele. Ninguém jamais se dá o trabalho de dizer: ‘Ele chora? Sente? Entende? Tem esperanças?’ Palavras... Você, se for uma pessoa afetuosa, se dirá o que significa uma palavra só depois de descobrir, por experiência, o que significa; não por acreditar na definição de outras pessoas.”
- “Também acho que o indivíduo afetuoso é o que detesta o desperdício e não suporta a hipocrisia. Rosten diz: ‘Os fracos é que são cruéis. Só se pode esperar a brandura dos fortes.’” - “Por fim, acho que o indivíduo afetuoso é aquele que não se esqueceu de suas próprias necessidades. ... a necessidade de sermos vistos, conhecidos, reconhecidos... a necessidade de desfrutar do nosso mundo, de ver a maravilha contínua da vida, de poder ver como é maravilhoso estar vivo.”
Bom, o Leo escreveu muitas outras coisas fantásticas e eu adoraria continuar citando essas maravilhas, mas sugiro que você leia este livro! E eu vou continuar meu artigo... Depois de se tornar afetuosa, sugiro que você se torne uma pessoa gostosa.
Não, não estou falando de medidas, peso, busto, quadris e cintura... Estou falando de leveza, de alto astral, de risada, flexibilidade, senso de humor, otimismo... Estou falando da criança que existe em cada um de nós... mas que talvez você tenha esquecido a sua trancada no porão, desde quando se deu conta de que cresceu, de que os anos passaram. Bobagem! Abra o porão, resgate a sua capacidade de transformar pequenas ocasiões em festas...
E assim, afetuoso e gostoso, você terá se tornado uma pessoa-atraente. Daquelas que a gente tem vontade de ligar, de convidar pra sair, de conversar, de contar segredos, de pedir conselhos... Daquelas que a gente tem vontade de amar! Porque, afinal, de que mais a vida é feita?!?
E nunca se esqueça: se não conseguir sozinho, procure ajuda!
Escrito por Fabricio às 11h21
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